Deputados travam julgamento por corrupção passiva do presidente do Brasil

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No dia 26 de junho, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao STF a denúncia contra Temer, com base na delação premiada de Joesley Batista, dono do grupo JBS.

Entre os argumentos da oposição estavam as políticas do governo, como defendeu o deputado Marcos Maia, do PT.

2/5Depois, é o momento da defesa de Michel Temer, que pode ser feita pelo próprio presidente ou por seu advogado, Antônio Carlos Mariz. Há quem acredite, porém, que Temer deverá manter a Secretaria de Habitação, que cuida do Minha Casa Minha Vida, com tucanos. Deputados admitem que se a denúncia for barrada com mais de 300 votos representará "um desastre" para a oposição. Se houver ao menos 342 votos a favor da denúncia o processo é devolvido ao STF, que se confirmar a abertura da ação penal o presidente é afastado. Ministros e líderes partidários negociavam emendas até durante a sessão da Câmara. "O Brasil precisa de uma decisão da Câmara", disse. Justificativas Os deputados tiveram 15 segundos para declarar o voto sobre o parecer que pede o arquivamento do processo contra o presidente Michel Temer. Com isso, o prosseguimento da denúncia se dá com a votação em plenário. No PDT, 17 foram contra Temer, um votou a favor e um faltou. "Estamos saindo de uma das mais graves crises da história". "A pressão da sociedade tende a mudar votos para a votação da segunda denúncia".

Voto "sim" = contra a ivestigação da denúncia.

"O país se levantou, ou seja, está se levantamento", disse. O jornal também contabiliza 213 deputados ainda indecisos.

"Nem a autorização para o procedimento penal imediato importa em juízo de culpabilidade, nem o adiamento resultante da negativa da licença remete a suspeitas de impunidade", afirmou o deputado no plenário da Câmara.

Após os encaminhamentos dos líderes, os deputados votaram um a um no microfone do Plenário, a votação durou quase 4 horas. Confirmado, esse resultado não só reforçará as chances de Temer terminar seu mandato, mas também permitirá que o governo retome as negociações para a reforma da Previdência, diz a consultoria em relatório.

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